segunda-feira, 11 de junho de 2007

Bathory Aria

Velas queimadas suspiraramEnquanto a Morte deixara impressionadoA crista de lágrimas frias Dele, na Condessa
Incivilizada como o infortunado UsherA Casa de Bathory amortalhadaSob os pesares da fachada escura
Se ao menos eu pudesse ter choradoEm luto ao lado DelaEu a teria abraçado com forçaComo a tempestade praiana de AfroditeAfogada nas marés Kytherianas
E a teria beijadoPois dela, sozinhosMeus lábios teriam reconhecido osEnigmas de vistas sombrias
Onde os prazeres tomaram a carneE a dor, sem remorsosVieram congelando a respiraçãoDe uma vida rouca silenciada aos sussurros
Incivilizada
Inalando o pálido luar minguante que rastejaraPela cripta do Marido DelaQue tão lucidamente adormecera
Incivilizada
Exalando o pranto do preço a pagar de sua viuvez negraEncerando a noite eterna que entrara em Sua alma

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